ESTRUTURANTES PARA A OFERTA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DIGITAIS

partir de smartphone.
Finalmente, o projecto poderá vir ainda a incorporar uma componente de contabilidade que
permitiria uma eventual repartição justa dos custos da sua utilização por cada uma das entidades da Administração Pública são-tomenses.
OPERACIONALIZAÇÃO
A operacionalização deste projecto deverá envolver os seguintes aspectos:
1. Identificação de todas as entidades e respectivos pontos-focais relevantes ou interessadas no desenho ou integração com este serviço;
2. Constituição de uma equipa responsável pelo levantamento de requisitos funcionais
e não-funcionais, dimensionamento de hardware e comunicação, planeamento das
actividades de desenvolvimento, teste e operacionalização do projecto, em articulação com as entidades e pontos-focais relevantes;
3. 
Constituição de uma equipa multidisciplinar de programadores, a qual deverá
reunir – entre outras – competências de engenharia de aplicações, programação de
serviços confiáveis (segurança, escalabilidade, disponibilidade), integração com a
infra-estrutura de serviços do sistema operativo que vier a ser selecionado, bases de
dados e comunicações em rede;
4. Constituição de uma equipa de negociação comercial com os operadores móveis
relevantes para este pojecto;
5. Definição e implementação dos mecanismos de integração com os operadores de
comunicações móveis para envio de SMS e definição dos mecanismos de interoperabilidade com a Plataforma (vide 5.1.8) e integração com as entidades envolvidas
desde logo nesta fase do projecto;
6. Realização de testes funcionais, não-funcionais e de interoperabilidade, e de integração limitada com um conjunto inicial de serviços das entidades envolvidas;
7. Entrada em produção do serviço.

5.1.2. Centro de Dados Governamental
DESCRIÇÃO
Todos os projectos de desenvolvimento e operacionalização de serviços digitais para a
Administração Pública são-tomense necessitam invariavelmente de um conjunto de recursos
computacionais, de armazenamento, de comunicação, e humanos especializados em todas as
fases dos seus ciclos de vida. O uso eficaz e eficiente dos recursos financeiros a mobilizar pelo
Estado requere inevitavelmente um planeamento ponderado de investimentos, plano esse
que deverá incluir: não só a aquisição de equipamento mas também a sua permanente manutenção; não só a aquisição de eventuais licenças de software mas também a sua atempada
renovação; e finalmente, tão ou mais importante, o dimensionamento e constante formação
de recursos humanos dedicados e qualificados. Tudo isto em áreas tão díspares e especializadas como os sistemas de armazenamento de dados, bastidores de servidores, equipamento
de comunicações, monitorização e segurança física de instalações, equipamentos, redes e de
infra-estruturas de serviços.

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